ERROS QUE OS PREGADORES DEVEM EVITAR
- Não deve se copia de outro pregador (1Sm 17.38-40).
Obs:
Podemos nos inspirar nos sermões de outros pregadores. Não plagiados, nem
repetidos, mas adaptados. Dando-lhes nova feição. O príncipe dos pregadores,
C.H.Spurgeon, era dessa idéia.
- Não deve pregar sem mensagem (2Sm 18.19-32).
- Receber a glória que pertence só a Deus (At 12.21-23).
- Não deve ir além do que está escrito (1Co 4.6).
- Evite os vícios de linguagem: “né”, “intão”, “ai”, etc.
- Evite chavões:
Como
acompanhar um sermão de 30 minutos com mais de 60 “aleluias” e “glórias a Deus?”.
- Baseia-se em experiências pessoais (Jó 4.12-21).
Elifaz
tenta convencer Jó, sustentando sua tese em uma experiência pessoal.
- Falar o que o povo quer ouvir (1Rs 22.1-28).
- Pensar que o mais importante é a Homilética.
Esquecer
que a mensagem vem apenas de Deus, a homilética é apenas uma ferramenta, um
canal de entrega. Pregar sem a graça e a unção é desperdiçar tempo e
oportunidade, talento e cultura. Homilética sem a unção do Espírito Santo é
palha seca, comida sem sal e tempero, é como carro sem combustível.
- Ignorar o contexto. “O texto sem o contexto é um pretexto”
Um
texto muitas vezes mal-interpretado é Filipenses 4.13: “tudo posso naquele que
me fortalece”. Esse versículo é muitas vezes empregado para instar pessoas a se
tornar supercristâs no cumprimento de tarefas hercúlas. Tenho ouvido pregadores
insinuando que essa passagem significa que os cristãos devem ser capazes de
atingir qualquer alvo e viver acima dos conflitos dos outros mortais.
- Ignorar as figuras de linguagem. É abundante a linguagem figurada na Bíblia.
Jesus
tinha excepcional aptidão para linguagem figurada, seu ministério verbal foi
quase totalmente formado desse ensino. Ele tinha a habilidade de empregar todas
as formas e variedades de figura de linguagem, da sua forma mais simples até a
mais complexa elaboração.
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