sábado, 25 de fevereiro de 2012

ERROS QUE OS PREGADORES DEVEM EVITAR


ERROS QUE OS PREGADORES DEVEM EVITAR

  1. Não deve se copia de outro pregador (1Sm 17.38-40).
Obs: Podemos nos inspirar nos sermões de outros pregadores. Não plagiados, nem repetidos, mas adaptados. Dando-lhes nova feição. O príncipe dos pregadores, C.H.Spurgeon, era dessa idéia.

  1. Não deve pregar sem mensagem (2Sm 18.19-32).

  1. Receber a glória que pertence só a Deus (At 12.21-23).

  1. Não deve ir além do que está escrito (1Co 4.6).

  1. Evite os vícios de linguagem: “né”, “intão”, “ai”, etc.

  1. Evite chavões:
Como acompanhar um sermão de 30 minutos com mais de 60 “aleluias” e “glórias a Deus?”.

  1. Baseia-se em experiências pessoais (Jó 4.12-21).
Elifaz tenta convencer Jó, sustentando sua tese em uma experiência pessoal.

  1. Falar o que o povo quer ouvir (1Rs 22.1-28).

  1. Pensar que o mais importante é a Homilética.
Esquecer que a mensagem vem apenas de Deus, a homilética é apenas uma ferramenta, um canal de entrega. Pregar sem a graça e a unção é desperdiçar tempo e oportunidade, talento e cultura. Homilética sem a unção do Espírito Santo é palha seca, comida sem sal e tempero, é como carro sem combustível.

  1. Ignorar o contexto. “O texto sem o contexto é um pretexto”

Um texto muitas vezes mal-interpretado é Filipenses 4.13: “tudo posso naquele que me fortalece”. Esse versículo é muitas vezes empregado para instar pessoas a se tornar supercristâs no cumprimento de tarefas hercúlas. Tenho ouvido pregadores insinuando que essa passagem significa que os cristãos devem ser capazes de atingir qualquer alvo e viver acima dos conflitos dos outros mortais.



  1. Ignorar as figuras de linguagem. É abundante a linguagem figurada na Bíblia.

Jesus tinha excepcional aptidão para linguagem figurada, seu ministério verbal foi quase totalmente formado desse ensino. Ele tinha a habilidade de empregar todas as formas e variedades de figura de linguagem, da sua forma mais simples até a mais complexa elaboração.

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