domingo, 26 de fevereiro de 2012

A POSTURA DO OBREIRO NO PÚLPITO


A POSTURA DO OBREIRO NO PÚLPITO

             I.      A simplicidade do pregador (Ef 5.15; 2Co 11.3; Jo 3.30)

          II.      Seja autêntico (tire a armadura de Saul) (1Sm 17.38,39)

       III.      O obreiro e a linguagem

“Muitos crentes – inclusive obreiros – não se preocupam com a linguagem. Não lêem nem se aperfeiçoam na gramática; consideram que orar e jejuar são o suficiente. Conquanto essas ferramentas sejam indispensáveis, estar bem preparado na arte de falar é uma grande virtude (1Tm 4.13; At 19.24,25)”.

       IV.      Comunicação eficiente
1.      O poder da comunicação (Pv 12.25; 18.21; Is 50.4).

2.      Falar sem ofender (Cortesia) (Cl 4.6; Pv 16.21,24).

3.      Promove a instrução (Pv 16.23; Ec 12.9).

4.      Falar no tempo certo (Pv 25.11; Ec 8.5,6).

5.      Linguagem sã e irrepreensível (Tt 2.8).

6.      O obreiro precisa.
Ø  Elogiar e encorajar seus liderados.
Ø  Saber pedir: Por gentileza! Por favor! Por obséquio! Etc.
Ø  Saber agradecer: Obrigado.
Ø  Saber ouvir (Tg 1.19)

          V.      Práticas que o obreiro deve evitar
1.      Conversar no púlpito (Tt 2.7)

2.      Assentar-se deselegantemente – a cadeira do púlpito não é o sofá de nossa sala! (1Rs 10.4,5)

3.      Coçar-se como se estivesse em casa, limpar ouvido, nariz e etc.

4.      Tamborilar a Bíblia ou a cadeira em que está assentado – a Bíblia e cadeira do púlpito não são pandeiros.

5.      Falar ao celular (Ec 5.1)

6.      Não participar do culto (Jr 29.13)

7.      Contar testemunhos em vez de pregar a palavra (2Tm 4.1,2)

8.      Confundir a pregação com palestras motivacionais (Ec 12.10,11)

9.      Citar episódios, expressões ou pessoas da bíblia desconhecidos dos ouvintes sem fazer explicações. (At 17.22,23)

Certo pregador, convidado para pregar na china, saudou as pessoas com rápidas palavras, porém ouviu quase meia hora de interpretação! Ele dissera aos chineses, que nada conheciam da bíblia: “Eu venho a vós em nome do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó”, obrigando o intérprete a explicar quem era cada uma das personagens citadas!

10.  Dizer gracejos ao auditório

11.  Animar o auditório

12.  Pregar com as mãos no bolso ou suspender a calça enquanto fala

13.  Pregar com o colarinho e a gravata desajeitados

14.  Falar atropelando as palavras (Tt 2.8)

15.  Gritar (Ef 4.31)

16.  Falar sem expressividade
A voz em tom baixo expressa coisas graves e tristes; em tom alto, prazer, alegria e entusiasmo. A expressão fisionômica, o uso dos olhos e a gesticulação também têm importante papel.

17.  Deve ser cauteloso no modo de cumprimentar as pessoas do sexo oposto (1Tm 4.12).

18.  Deve ser reservado quanto às confidências feitas por um membro da Igreja (Tg 3.17,18).

19.  O sucessor de um cargo eclesiástico não deve fazer comentários desrespeitosos sobre o seu antecessor.

O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO


O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

TERMINOLOGIA

A expressão “batismo no Espírito Santo” não se acha na Bíblia. Nem por isso deixa de ser bíblica, pois tem a sua origem na fraseologia semelhante empregada pelos escritores bíblicos (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; At 1.5; At 11.16).

Na realidade, a única diferença entre a expressão “batismo no Espírito Santo” e as que aparecem nas referências bíblicas citadas é que empregamos a forma substantivada “batismo”, ao invés das formas verbais.

Quando empregamos a expressão batismo no Espírito Santo, a linguagem é necessariamente metafórica, ou seja: a analogia em vista é o batismo em água. “O batismo em água significa literalmente ser imerso na água, colocado embaixo dela, ou até mesmo ficar ensopado nela”. Com efeito, ser batizado no Espírito Santo é ficar totalmente envolvido no Espírito, e nEle saturado.

I.      O DESEJO DE MOISÉS

Moisés desejava que todo povo de Deus fosse cheio do Espírito Nm 11.29.

Poucos em Israel tinham o privilégio de ser cheio do Espírito santo. Eldade e Medade tiveram essa oportunidade. Deus ordenou a Moisés que escolhe-se e separa-se setenta homens para ajudá-lo a guiar o povo no deserto. Moisés os ajuntou e os pôs em roda da tenda da congregação.

“Então, o SENHOR desceu na nuvem e lhe falou; e, tirando do Espírito que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas, depois, nunca mais. Porém no arraial ficaram Eldade e Medade; e repousou sobre eles o Espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial”.

Aquela manifestação espiritual incomodou alguém:

“Então, correu um moço, e o anunciou a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial”.
E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Senhor meu, Moisés, proíbe-lho”.

Hoje as manifestações espirituais continuam incomodando. E muitos neófitos nas experiências espirituais, como Josué filho de Num querem proibir. Mas, os homens de Deus como Moisés, experientes, desejam que todos sejam cheios do Espírito. 

“Tomara que todo o povo do SENHOR fosse profeta, que o SENHOR lhes desse o seu Espírito!”.

Paulo compartilhava desse desejo:

“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18).

Também compartilho desse desejo e sei que é o desejo de Deus. Pois se não fosse, Ele não teria prometido.

II.      A PROMESSA DO PAI
(Lc 24.49; At 1.4,5).

Deus havia prometido o derramamento do espírito santo através dos profetas

O batismo no Espírito Santo é uma promessa de Deus: Pv 1.23

Embora Israel fosse, em grande parte, uma nação desviada de Deus, no tempo de Isaías, este profetizou que, um dia, o Espírito Santo seria derramado sobre uma geração futura (Is 32.15; Is 44.3).

Por meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria à sua própria terra. Colocaria seu Espírito sobre eles e os motivaria a obedecer à sua Lei (Ez 39.29).

Joel prediz um dia em que Deus derramará o seu Espírito sobre todo aquele que “invocar o nome do Senhor”. Esta profecia é uma promessa perpétua para todos quantos aceitem a Cristo como Senhor, pois todos os crentes podem e deve, receber a plenitude do Espírito Santo (Jl 2.28,29).

O profeta Joel cerca de 770 anos antes de cristo, predisse o tempo em que todo o povo de Deus seria cheio do Espírito Santo. Essa profecia cumpriu-se parcialmente no Dia de Pentecoste quando, então, o Espírito foi derramado sobre "toda a carne" (At 2.4,16,17).

Relembrada no novo testamento:

Por João batista
O Novo Testamento registra semelhantes profecias. O precursor de Cristo, João Batista, profetizou que da mesma maneira como ele batizava com água para arrependimento, assim "Aquele (Cristo) que vinha após ele, e que era maior do que ele batizaria com o Espírito Santo e com fogo" (Mt 3.11). A palavra no original grego é "baptizo" que significa imergir ou submergir. Como João submergia os batizandos nas águas do Jordão, assim aqueles batizados por Jesus seriam "submergidos", "imersos" e "saturados" no Espírito Santo (Mt 3.11; Jo 1.33).

O ministério de Cristo, de batizar no Espírito Santo, é um ministério contínuo durante toda a era atual. Assim, deixa claro o texto grego de Jo 1.33 (“o que batiza com o Espírito Santo”); essa expressão emprega o particípio presente (ho baptizon), que significa “aquele que continuará a batizar”. Logo, as referências em Lc e Jo não somente dizem respeito ao primeiro derramamento do Espírito Santo no Pentecoste, mas também à missão principal e ao ministério de Jesus, como aquele que batiza no Espírito Santo durante toda era atual (Mc 1.8; Lc 3.16).

Por Jesus
Jesus também prometeu a Seus discípulos a vinda do Espírito Santo, ordenando-lhes que permanecessem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder (Lc 24.49).

Ele prometeu-lhes que seriam batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias (At 1.4,5).

E que receberiam poder ao vir sobre eles o dom celestial (At 1.8).

Por Pedro
(At 2.16-18,33)

Merece nota especial o fato de que Pedro anunciou estar a promessa do Espírito ao dispor de todos os homens, e não pertencente somente aqueles que ali se congregavam. "A promessa", disse Pedro "vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe; a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar!" (At 2.39).

Temos uma convicção inabalável, um alicerce autêntico e seguro para crer, pois, os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo (2Pe 1.21).

III.      DEUS É FIEL, CUMPRE TODAS AS SUAS PROMESSAS:

Deus nunca falha; nunca hesita; nunca muda. Por sua própria natureza, Ele é fiel e leal às suas promessas e alianças.

Nm 23.19; Dt 7.9; Dt 9.5; 1Rs 8.56; Sl 105.7,8; Ml 3.6; 1Co 1.9; Hb 6.17,18; 2Tm 2.13; Hb 10.23; 2Sm 7.28,29; Rm 3.3,4; Tt 1.2

Deus é poderoso para cumprir suas promessas:

Jr 1.12; Ez 12.25; Mt 5.18; Lc 21.33; Rm 4.20,21; Js 21.45; Js 23.14; 1Sm 15.29; Is 55.11; Lc 1.37; Rm 9.28; Hb 11.11; Tg 1.17; 2 Pe 1.3,4

"Confirma a tua promessa ao teu servo, que se inclina ao teu temor" (Sl 119.38).

IV.      PARA QUEM É ESSA PROMESSA?

1. Para tantos quantos Deus nosso Senhor chamar
At 2.39; Jo 17.20; 1Ts 5.24

Ele chamou você?
Lc 5.32; Jo 6.44; Rm 8.30; Rm 9.24; 1Co 1.9; 1Co 7.17; Gl 1.15; 2Tm 1.9; 1Pe 1.15; 1Pe 2.9; 1Pe 5.10; 2Pe 1.3
a)      Ele chamou a Bezalel.
E encheu ele do Espírito Santo: (Ex 31.1-5)

b)      Ele chamou os setenta anciãos.
E encheu eles do Espírito Santo:  Nm 11.25

c)      Ele chamou Josué.
E encheu ele do Espírito Santo: Nm 27.18

d)     Ele chamou Otoniel.
E encheu ele do Espírito Santo: Jz 3.10

e)      Ele chamou Gideão.
E encheu ele do Espírito Santo: Jz 6.34

f)       Ele chamou Jefté.
E encheu ele do Espírito Santo: Jz 11.29

g)      Ele chamou Sansão.
E encheu ele do Espírito Santo: Jz 14.6; 15.14,15.

h)      Ele chamou Davi.
E encheu ele do Espírito Santo: 1Sm 16.13

i)        Ele chamou Zacarias.
E encheu ele do Espírito Santo: 2Cr 24.20

j)        Ele chamou Miquéias.
E encheu ele do Espírito Santo: Mq 3.8

k)      Ele chamou João Batista.
E encheu ele do Espírito Santo: Lc 1.15

l)        Ele enviou Jesus.
E encheu ele do Espírito Santo: Jo 1.32-34

m)    Ele chamou os Discípulos.
E encheu ele do Espírito Santo: At 2.1-4

2. Para aquele que crer
Jo 7.38,39; Ef 1.13; Mc 9.23; Mc 16.17; Lc 24.25; Jo 2.22; Jo 11.40; Rm 10.14

3. Para aquele que pedir
Lc 11.13

4. Para aquele que nasceu de novo
Mc 2.22; Jo 3.7 (o mundo não pode receber - Jo 14.17) At 2.39.
5. É para quem se arrepende
At 2.38; 3.19.

V.      EXEMPLOS BÍBLICOS DE BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Ø  Os discípulos (At 2.1-4)
Ø  Os samaritanos (At 8.15-18)
Ø  Cornélio (At 10.44-47; 11.15,16; 15.8).
Ø  Em Éfeso (At 19.1-7)

VI.      O QUE DEVO FAZER PARA RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO?

Ø  Crer: Mc 9.23; Jo 11.40; Rm 4.20,21
Ø  Pedir: Lc 11.13
Ø  Buscar: Mt 7.7,8
Ø  Esperar: At 1.4
Ø  Orar com perseverança: At 1.14

VII.      POR QUE MUITOS CRISTÃOS NÃO RECEBEM O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO?

1. Porque não nasceram de novo.
Deus requer certas coisas de nós antes de nos conceder a promessa. Primeiramente, Ele exige que o coração esteja limpo, nascido de novo, e purificado com o precioso sangue de Cristo. O tempo bom para buscar o batismo é imediatamente após a conversão.

O crente que está mais tempo no caminho deve examinar se coração que não haja nele um espírito de crítica de outros irmãos em Cristo, ou alguma raiz de amargura contra alguém, e nenhum pecado que não seja confessado a Jesus. Essas coisas impedem a entrada do Espírito Santo. Lembremo-nos de que Ele é o Espírito Santo.

2. Porque não crêem.
A fé é também outro importante fator para ser cheio do Espírito Santo. Para essa fé ser eficaz, necessário é que se baseia na Palavra de Deus (Hb 11.1). Por conseguinte, é sempre bom que o candidato ao batismo leia muito a Bíblia, estudando a mesma sistematicamente, decorando passagens escolhidas sobre o Espírito Santo e as promessas de Cristo a respeito, e meditando sobre as mesmas. Essas promessas tornar-se-ão muito preciosas a quem nelas meditar. Naturalmente, certos trechos das Escrituras despertam certas pessoas, mas o de Lc 11.9-13 tem sido uma grande bênção para muita gente, pois indica que Deus dará o Espírito a quem Lho pedir. No trecho anterior Jesus havia ilustrado a necessidade de importunação ou persistência na oração (versos 5-8) empregando o caso do homem que recebeu visita de noite e, a fim de ter pão para alimentá-lo, pediu com importunação a seu vizinho, até que o mesmo lho concedesse. Deus nos assegura que o pedir, o buscar e o bater resultarão em receber, descobrir e entrar nas coisas de Deus. Jesus claramente aplica essa operação divina à recepção do Espírito, o maior dos dons de Deus. Muitos tem recebido grande bênção meditando sobre At 2.39 onde encontramos a frase "a promessa é para vós". Graças a Deus a promessa é para NÓS! (Mc 11.24).
3. Porque não entendem que é um dom.
Primeiramente, consideremos o fato de que o Batismo no Espírito Santo é um DOM de Deus, concedido por Jesus Cristo, Seu Filho. Compreendendo bem esse fato, isso muito nos ajudará a buscar essa experiência e evitará certos abusos praticados aqui e acolá. O Batismo no Espírito não se compra por dinheiro e nem tão pouco se recebe por métodos carnais. Nenhum homem o pode conceder, mas sim somente Jesus.

Não existe um "método" pelo qual se recebe esse dom de Deus e nem tão pouco uma "fórmula" que o facilite. A posição do corpo seja ajoelhada, em pé ou em outra forma qualquer não é o fator decisivo no assunto. No dia de Pentecostes os 120 estavam "sentados" (At 2.2), mas milhares têm recebido em posição genuflexa ou em pé. Um irmão militar recebeu-o na guarita fazendo serviço de sentinela. Um maquinista de trem recebeu seu batismo conduzindo seu comboio noite adentro. Certa irmã, muito crente, recebeu a experiência enquanto varria sua cozinha, provando que não depende tanto da posição física como depende da atitude do coração, da fome e da sede das coisas de Deus (Jr 29.13; Pv 8.17).

Uma irmã, muito desejosa de receber, certa noite sonhou que estava com os 120 no dia de Pentecostes. Pensando, no sonho, que essa seria uma ótima ocasião para ela também receber o selo da promessa, levantou suas mãos para Deus (ainda sonhando) e começou a dar glória a Deus. Com isso acordou e já estava falando em língua pela primeira vez! Esse foi o resultado do coração estar em comunhão com Deus.

Em Atos dos Apóstolos o batismo no Espírito Santo é chamado de o dom do Espírito Santo.
(At 2.38; At 10.45; At 11.17).

Dom é sinônimo de dádiva e presente. O batismo no Espírito Santo é uma dádiva para todos os que crêem, não uma recompensa exclusiva de alguns.

Em Lucas o batismo no Espírito Santo é uma dádiva do Pai celestial (Lc 11.13).

O batismo no Espírito Santo é gratuito. Porque, é pela graça que recebemos e isto não vem de nós; é Dom de Deus.
(At 8.20; Tt 3.5,6)

4. Porque nunca ouviram falar.

5. Porque não se entregam, não se submetem totalmente ao Senhor.
Finalmente, consideremos o elemento de submissão a Deus. No caso de batismo nas águas, o candidato, uma vez perto do pastor que o realiza, submete-se ao pastor que o submerge e então o levanta da água. Da mesma maneira devemo-nos chegar perto de Cristo e então nos submeter-mos às Suas mãos para Ele então nos submergir no glorioso "Elemento" que é o Espírito Santo.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

POR QUE PREGO?


POR QUE PREGO?

             I.      Muitos pregam porque foram chamados por Deus para pregar

1. Moisés (Ex 4.10-12)

Moisés sentiu-se despreparado para a tarefa dada por Deus.
O ponto crucial não era o “quem sou eu?” De Moisés, mas o “Eu serei contigo” de Deus (Ex 3.11-12).

Moisés tinha grandes dotes naturais, mas não era perfeito, e tinha os seus pontos fracos. Falar não era seu ponto forte (Ex 4.10; 6.12,30). Por outro lado, era um dos pontos fortes de Arão.

Nada indica que Moisés tivesse problema de fala. Mas o protesto não era inteiramente infundado. No mínimo, ele não era um grande orador. Qualquer que tenha sido seu problema era para ele motivo de preocupação.

“Os homens mais aptos para grandes missões geralmente são os que se julgam mais despreparados”

“O melhor trabalho é feito por aqueles que pensam que não são capazes de fazê-lo”
Moisés conhecia a si mesmo, a Faraó, o Egito e Israel, porém ainda não conhecia totalmente a Deus. (Ex 6.2,3)

2. Isaías (Is 6.1-8; 50.4; 61.1)

Isaías era um pregador extremamente talentoso que empregava plenamente toda a riqueza da língua hebraica. Ele foi um dos profetas mais influentes, seu livro contém muitas profecias messiânicas.

3. Jeremias (Jr 1.5-9)

Antes da concepção e do nascimento de Jeremias, o Senhor o havia escolhido para ser seu profeta. Quando Jeremias objetou que era muito jovem e despreparado para a tarefa, o Senhor lhe garantiu sua presença protetora. O senhor exortou jeremias a declarar sua palavra com firmeza e destemor, prometendo protegê-lo de seus ouvintes hostis.

Quando proclamava a palavra do Senhor, Jeremias era insultado e maltratado. Quando se abstinha de pregar a mensagem, a palavra divina queimava dentro dele, até que se via forçado a declará-la. (Jr 20.7-13)

4. Ezequiel (Ez 2.1-10; 3.1-6)

O Senhor levantou Ezequiel e o convocou como mensageiro para um povo rebelde. Ele encorajou o profeta para que não temesse, mesmo diante de hostilidades ou perigos intensos. Ezequiel devia proclamar a palavra do Senhor, quaisquer que fossem as reações.

Todos os que falam em nome de Deus são responsabilizados como Ezequiel?
Ninguém entre nós tem a liberdade de deixar de obedecer ao chamado de Deus. Temos a obrigação de obedecer a Deus, e seremos julgados de acordo com a nossa fidelidade a esse chamado, e não pelos resultados das nossas labutas. (Ez 3.17-21; 33.1-16)

5. Amós (Am 7.14,15)

Deus chamou um homem ocupado e próspero, e separou-o de seus interesses seculares, para realizar uma missão entre os israelitas, o rebanho de Deus, errante e pecaminoso.

Amós não era profeta profissional.
Os “filhos dos profetas” eram homens que freqüentavam um curso específico para o ministério. Amós não era um desses vocacionados.
Aqueles que são chamados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem qualificações, para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos.

6. Paulo (At 9.10-16; 20.24)

A preocupação principal de Paulo não era preservar a sua própria vida. O mais importante para ele era cumprir o ministério para o qual Deus o chamara. (1Co 9.16; Cl 4.17; 2Tm 4.5)

          II.      Outros pregam por obediência:
(Mc 16.15-20; Lc 9.60; At 10.42; 1Co 9.16)

       III.      E outros, porque são imitadores de Cristo:
(Mt 4.17; Mt 11.1; Lc 4.43; 8.1)